Home icon .:: UploadEventos ::.»Literatura»Artigos
Artigos
Juan Rulfo, Obra Reunida PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Cavalo de Ferro   
Quinta, 15 Julho 2010 01:54

altTítulo: Juan Rulfo, Obra Reunida
Tradução: Rui Lagartinho, Sofia Castro Rodrigues e Virgílio Tenreiro Viseu
Edição: Cavalo de Ferro

Juan Rulfo (México, 1917-1986) é talvez o autor Sul-americano mais comentado, elogiado e imitado do séc. XX. Toda a sua obra literária conhecida, que reunida pouco ultrapassa as 300 páginas, é considerada como fundadora, origem de uma nova forma de literatura, que deu lugar a escritores como Gabriel Garcia Marquez, um dos seus mais famosos e reconhecidos devedores. De Pablo Neruda a Carlos Fuentes, de Octávio Paz a Jorge Luis Borges e Juan Carlos Onetti, abundam os testemunhos de admiração dos seus pares e o assombro e desconcerto da crítica.

Em contraste com este enorme rumor a rodear a escassa obra de Rulfo, está o silêncio em que desapareceu o escritor depois da publicação, em 1955, de «Pedro Páramo» e até à sua morte, em Janeiro de 1986. Silêncio este apenas interrompido pela revelação esporádica, por parte de jornalistas, da iminente «saída» de uma nova novela, La Cordillera, que acabou por se tornar mítica. As tentativas de explicar esta prematura interrupção da escrita de um dos mais marcantes escritores contemporâneos no auge da sua fama, contribuiu para aprofundar a «Lenda Rulfo», não faltando comparações com a de Rimbaud.

Este livro oferece ao leitor português, num único volume, o essencial da Obra de Juan Rulfo. Os livros que o compõem, «O Llano em Chamas» (1953), «Pedro Páramo» (1955), e a novela póstuma «O Galo de Ouro» (1980), foram revistos tendo em conta a sua edição crítica mais recente.
 

 
2666 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Quetzal   
Quinta, 15 Julho 2010 01:51

altTitulo: 2666
Autor: Roberto Bolaño
Edição: Quetzal

O que liga quatro germanistas europeus (unidos pela paixão física e pela paixão intelectual pela obra de Benno von Archimboldi) ao repórter afro-americano Oscar Fate, que viaja até ao México para fazer a cobertura de um combate de boxe? O que liga este último a Amalfitano, um professor de filosofia, melancólico e meio louco, que se instala com a filha, Rosa, na cidade fronteiriça de Santa Teresa? O que liga o forasteiro chileno à série de homicídios de contornos macabros que vitimam centenas de mulheres no deserto de Sonora? E o que liga Benno von Archimboldi, o secreto e misterio-so escritor alemão do pós-guerra, a essas mulheres barbaramente violadas e assassinadas? 2666.
 

 
Os Filósofos e o Amor PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Tinta da china   
Terça, 13 Julho 2010 02:02

altTitulo: Os Filósofos e o Amor
Autores: Aude Lancelin, Marie Lemonnier
Edição: Tinta da china

Acesso à eternidade para Platão, o amor é uma ilusão mortal para Lucrécio. Desafio de toda uma existência para Kierkegaard, não passa, segundo Schopenhauer, de uma artimanha do instinto sexual. Quanto a Rousseau, inventor do romantismo, é difícil encontrar um sistema filosófico mais estreitamente ligado às nevroses do seu autor.

 
Os Melhores Contos de H.P. Lovecraft - vol 5 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Saída de Emergência   
Quarta, 23 Junho 2010 03:56

altTítulo: Os Melhores Contos de H.P. Lovecraft - vol 5
Autor: Howard Phillips Lovecraft
Editora: Saída de Emergência


Uma obra tão importante como a de Edgar Allan Poe ou Tolkien. O mestre do horror clássico está de volta com contos que ajudaram a moldar a definição de horror na literatura. Com tradução do Prof. José Manuel Lopes, este é mais um volume que ficará para a história do género em Portugal.

"Cresci com Lovecraft e a sua obra continua presente no meu trabalho."
-Peter Jackson, realizador de - O Senhor dos Anéis

 
A Arte de Morrer Longe PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Caminho   
Quarta, 23 Junho 2010 02:57

altTítulo: A Arte de Morrer Longe
Autor: Mário de Carvalho
Editora: Caminho

Situemo-nos num quadro familiar, comum aos nossos dias, de um jovem casal citadino, a viver lá para os lados do Lumiar, frequentadores da Avenida de Roma: «Chamavam-se Arnaldo e Bárbara, andavam pelos trinta anos, eram empregados de escritório, e cada qual estaria, segundo informação mais aludida que confessada, “interessado” n’outrem.» A decisão sobre que destino dar a uma tartaruga doméstica acompanha o quotidiano deste casal desavindo, funcionando como o último elo de ligação à espera de uma solução jeitosa. A solução tarda, e entretanto o casal vai vivendo com partilhas comuns mais ou menos agrestes.
 

 


Pág. 1 de 3